Seu bafômetro particular

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

USB 3.0

entendendo o USB 3.0

O USB surgiu originalmente como um substituto para as portas seriais e paralelas usadas até então. Como a aplicação inicial era a conexão de mouses, impressoras, scanners e PDAs, os 12 megabits iniciais foram considerados mais do que suficientes. Entretanto, com o passar do tempo o USB passou a ser cada vez mais usado por câmeras, pendrives e outros dispositivos "rápidos", que demandam velocidades muito maiores. Surgiu então o USB 2.0, uma atualização indolor que aumentou a taxa de transferência teórica para 480 megabits, sem quebrar a compatibilidade com o padrão antigo.

Na prática, ele permite taxas de transferência entre 30 e 45 MB/s, que são uma pesada limitação no caso dos HDs externos, interfaces de rede e outros dispositivos atuais. Como a demanda por banda não para de crescer, é apenas questão de tempo para que os 480 megabits do USB 2.0 se tornem uma limitação tão grande quanto os 12 megabits do USB original foram no passado.

O USB é uma barramento serial (assim como o SATA), onde os dados são transmitidos usando um único par de fios, com um segundo par dando conta da alimentação elétrica. O principal problema é que o USB suporta o uso de cabos mais longos e hubs, o que torna complicado atingir taxas de transferência muito maiores que os 480 megabits do USB 2.0. Isso fez com que logo no início, os trabalhos se concentrassem em desenvolver novos cabos e conectores, que permitissem o uso de mais banda.

O primeiro rascunho do USB 3.0 foi apresentado em 2007 pela Intel, que propôs o uso de um par de cabos de fibra óptica, complementando os dois pares de fios de cobre. O uso de fibra óptica elevaria a taxa de transferência para respeitáveis 5 gigabits, sem quebrar a compatibilidade com dispositivos antigos:

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O grande problema com o padrão da Intel era o custo, já que tanto os cabos quanto os dispositivos seriam muito mais caros. Ele também não fazia nada com relação à capacidade de fornecimento elétrico, mantendo os mesmos 2.5 watts por porta do USB 2.0, que são insuficientes para muitos dispositivos.

Não é preciso dizer que ele foi bastante criticado e acabou sendo abandonado em 2008, dando lugar ao padrão definitivo, que oferece 4.8 gigabits de banda (10 vezes mais rápido que o 2.0 e apenas 4% menos que o padrão proposto pela Intel) utilizando apenas cabos de cobre. Os 4.8 gigabits do USB 3.0 são chamados de "SuperSpeed", complementando o "High-Speed" (480 megabits) do USB 2.0 e o "Full-Speed" (12 megabits) do USB 1.x.

Para possibilitar o aumento da banda, foram adicionados dois novos pares de cabos para transmissão de dados (um para envio e outro para recepção) e um neutro, totalizando 5 novos pinos, que nos conectores tipo A são posicionados na parte interna do conector:

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Essa organização permitiu manter a compatibilidade com dispositivos antigos, já que os 4 pinos do USB 2.0 continuam presentes. Ao plugar um dispositivo antigo em um conector USB 3.0, apenas os 4 pinos de legado são usados e ele funciona normalmente. O inverso também funciona, desde que o dispositivo USB 3.0 seja capaz de trabalhar em modo de legado, dentro das limitações elétricas do USB 2.0.

Por outro lado, os conectores USB tipo B (os usados por impressoras) e micro-USB(adotados como padrão para os smartphones) oferecem uma compatibilidade de mão-única, onde você pode plugar um dispositivo USB 2.0 em uma porta 3.0, mas não o contrário, devido ao formato dos conectores. O tipo B ganhou um "calombo" com os 5 pinos adicionais e o USB micro ganhou uma seção adicional:

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Além dos novos conectores, outra novidade é o aumento no fornecimento elétrico das portas, que saltou de 500 mA (2.5 watts) para 900 mA (4.5 watts), o que permitirá que mais dispositivos sejam alimentados através da porta USB. Não deve demorar até que surjam gavetas para HDs de 3.5" alimentadas por duas (ou três) portas USB 3.0, por exemplo, já que muitos HDs "verdes" de 5.400 RPM trabalham tranquilamente abaixo dos 10 watts. Você pode contar também com toda uma nova safra de ventiladores, LEDs e bugigangas diversas tirando proveito da energia adicional.

Para reduzir o consumo elétrico dos controladores, o padrão inclui também um novo sistema de interrupções, que substitui o sistema de enumeração usado no USB 2.0. Em resumo, em vez de o controlador manter a porta ativa, constantemente perguntando se o dispositivo tem algo a transmitir, o host passa a manter o canal desativado até que o dispositivo envie um sinal de interrupção. Além de oferecer uma pequena redução no consumo do host (suficiente para representar um pequeno ganho de autonomia no caso dos netbooks) o novo sistema reduz o consumo nos dispositivos plugados.

Para diferenciar os conectores, foi adotada a cor azul como padrão tanto para os cabos quanto para a parte interna dos conectores. Naturalmente, os fabricantes não são necessariamente obrigados a usarem o azul em todos os produtos, mas ao ver um conector azul, você pode ter certeza de que se trata de um 3.0.

Os primeiros dispositivos devem chegar ao mercado no final de 2009, mas não espere que eles se tornem comuns antes da metade de 2010. Inicialmente, os lançamentos se concentrarão em HDs e SSDs externos (que são severamente limitados pelo USB 2.0), mas eventualmente ele chegará a outros dispositivos, substituindo o 2.0 gradualmente.

Apesar disso, ainda demorará muitos anos até que o USB 3.0 substitua o padrão anterior completamente, já que os controladores USB 2.0 são muito mais simples e baratos, e o desempenho é mais do que suficiente para muitas aplicações. Não faria sentido lançar um mouse ou um adaptador bluetooth USB 3.0, por exemplo, a não ser que fosse por simples hype.

Existem também várias complicações técnicas em equipar uma placa-mãe com um grande número de portas USB 3.0. Os controladores são caros e cada par de portas precisa ser conectado a duas linhas PCI Express 2.0 (ou quatro linhas PCIe 1.x) para que o desempenho não seja penalizado.

Considerando que muitos chipsets possuem apenas 20 ou 24 linhas PCI Express, é perfeitamente compreensível que a primeira geração de placas tenham apenas duas portas USB 3.0 (em azul), complementadas por mais 6 ou 10 portas USB 2.0:

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Isso deve mudar a partir do momento em que a Intel, nVidia e AMD passarem a produzir chipsets com um número maior de portas integradas, mas isso deve acontecer apenas em 2010. A Intel é a mais avançada, graças ao trabalho no padrão xHCI (sucessor do EHCI e OHCI, usados no USB 2.0). Embora ele seja um padrão aberto de controladores, a Intel realizou a maior parte do desenvolvimento e por isso acabou desenvolvendo uma dianteira em relação aos outros fabricantes, liberando o projeto do controlador apenas depois que ele já estava concluído.

Ao usar uma placa antiga, é possível adicionar um controlador USB 3.0 através de uma placa de expansão, como de praxe. Nesse caso é recomendável usar uma placa PCIe x4, já que os slots x1 não oferecem banda suficiente para alimentar uma placa com duas ou quatro portas.

Com relação aos drivers, temos suporte no Linux a partir do kernel 2.6.31. A versão inicial do Windows 7 ainda não inclui drivers, mas eles devem ser adicionados através de uma atualização posterior, que deve se estender ao Vista. A dúvida fica por conta do Windows XP e anteriores, dos quais a Microsoft quer se livrar o mais rápido possível.



quarta-feira, 12 de agosto de 2009

SMS PARA O ESPAÇO..

Site manda SMS a planeta mais próximo fora do Sistema Solar

Um site australiano está dando às mensagens de texto um toque intergaláctico, permitindo que os usuários enviem recados curtos ao espaço.

A partir desta quarta-feira até 24 de agosto, pessoas interessadas em uma experiência fora deste mundo podem visitar a página www.HelloFromEarth.net para publicar mensagens de até 160 caracteres que serão transmitidas ao Gliese 581d, planeta mais próximo fora do Sistema Solar, que provavelmente deve ter condições de abrigar vida.

O tempo de entrega previsto, contudo, é de quase 20 anos e não há garantias de uma resposta, alerta o site.

"É como uma 'mensagem em uma garrafa' enviada para as estrelas. O interessante não é apenas se há alguém ouvindo, mas o que o público dirá à vida inteligente de outro planeta", afirmou o porta-voz do projeto, o jornalista brasileiro Wilson da Silva.

"O Hello From Earth é nosso modo de mostrar que a ciência pode tornar o impossível possível. Nós estivemos na Lua e agora podemos falar com as estrelas", acrescentou.

As mensagens, que serão transmitidas do Canberra Deep Space Communication Complex, com cooperação próxima da agência espacial norte-americana NASA, são parte da Semana Nacional de Ciência da Austrália, que celebra as realizações científicas do país.

O ministro da Ciência da Austrália, Kim Carr, enviou a primeira mensagem para inaugurar o projeto.

"Olá da Austrália, no planeta que chamamos de Terra. Essas mensagens expressam os sonhos do nosso povo para o futuro. Nós queremos compartilhar estes sonhos com vocês", disse o ministro na mensagem.

"Quando criança, eu, como muitos australianos, olhava as estrelas e me perguntava o que havia lá fora. Agora a ciência me permitiu enviar uma mensagem pessoal que pode responder essa questão", afirmou Carr.

Internautas enviam SMS para o espaço em busca de ETs

Internautas estão enviando mensagens de texto para o espaço com o objetivo de contatar extraterrestres. As mensagens em estilo SMS são enviadas por meio de um site inglês originalmente destinado a enviar declarações de amor para o cosmos.

Segundo informações do jornal britânico Telegraph, os recados são enviados porondas de rádio, usando um satélite da British Telecom, e a esperança é que alienígenas possam descobrir e fazer contato com a Terra.

O site SentForever.com transmite as mensagens gratuitamente, mas os internautas que quiserem um certificado da transmissão deve pagar 9,95 libras (cerca de R$ 36).

O serviço também oferece atualizações por e-mail para que o remetente acompanhe a distância percorrida pela mensagem. O site garante que, mesmo que as ondas de rádio enfraqueçam ao longo do tempo, as mensagens viajarão pela eternidade.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Blu-ray Lançamentos

TecToy lança tocador de Blu-ray fabricado no Brasil


Produto esta à venda em todo o País com preço sugerido de R$ 1,19 mil
Produto esta à venda em todo o País com preço sugerido de R$ 1,19 mil

A Tectoy lançou o tocador de Blu-ray DBR-700. É o primeiro player de Blu-ray a ser produzido na fábrica em Manuas e está à venda em todo o País com preço sugerido de R$ 1,19 mil.

O DBR-700 permite ao usuário navegar pelo conteúdo do DVD por meio dos menus interativos, sem interromper o filme. O equipamento tem áudio de 7.1 canais e é compatível com TVs Full HD, além de ter suporte aos formatos de áudio Dolby Digital, Dolby Digital Plus e DTS-HD.

O player oferece ainda conexão HDMI, suporte a Upscaling e função que permite ver a mesma cena sob ângulos diferentes, além de um recurso que possibilita restringir determinados conteúdos, como os não indicados para as crianças.

"Com esse lançamento a Tectoy pretende entrar no mercado dos leitores de blu-ray oferecendo ao consumidor a experiência de assistir a filmes e shows em alta definição por um preço mais competitivo", diz Fernando Fisher, CEO da Tectoy, em comunicado da imprensa.

O player tem garantia de um ano (para o aparelho) e três meses para os acessórios (controle remoto e cabos de áudio e vídeo).

Toshiba se une à tecnologia Blu-ray

A Toshiba anunciou nesta segunda-feira que vai se juntar à Associação de Discos Blu-ray, sua antiga arquirrival em uma guerra pelo formato sucessor do DVD. A empresa japonesa começará a fabricar aparelhos de Blu-ray até o final do ano para atender à demanda por filmes de alta definição.

A Toshiba suspendeu a produção de HD-DVDs no ano passado, reconhecendo derrota para a tecnologia Blu-ray, encabeçada por Sony e Panasonic.

A Toshiba —cujo segmento de produtos digitais registrou uma queda de quase 65 por cento no lucro do ano fiscal encerrado em março— está tentando aumentar sua participação de mercado e reduzir despesas, conforme enfrenta crescente concorrência de preço em computadores e televisores.

A empresa irá comprar os principais componentes dos aparelhos Blu-ray de outras companhias para fabricar leitores e gravadores, bem como computadores equipados com o drive para leitura do formato.

Empresa anuncia produção de aparelhos com Blu-ray

A Toshiba, principal defensora do extinto padrão HD DVD, vai começar a produzir aparelhos que reproduzem discos no formato Blu-ray. A companhia informou nesta segunda que se associou à Blu-ray Disc Association.

O HD DVD foi o principal concorrente do Blu-ray em uma disputa pelo melhor padrão para filmes em alta definição e armazenamento de mídia em alta densidade de dados. No mercado de tecnologia, empresas como Microsoft, Intel, NEC, Sanyo e HP apoiaram o HD DVD, assim como grandes estúdios de cinema - Warner e Universal, por exemplo.

Entretanto, o Blu-ray levou a melhor e a Toshiba anunciou, em fevereiro de 2008, que iria abandonar a fabricação de discos e leitores no seu formato.

A Toshiba informou que sua decisão de se unir ao mundo Blu-ray ocorreu por conta do "crescimento recente em aparelhos digitais compatíveis com o formato Blu-ray, combinado com a demanda dos consumidores e varejistas".

A companhia pretende lançar diversos produtos compatíveis com o formato, incluindo reprodutores de disco para uso doméstico e notebooks com leitores de Blu-ray. Segundo a Toshiba, não há previsão de lançamento dos produtos com Blu-ray.

>>Blu-Ray

Blu-ray


O que é Blu-Ray?


Foto: Divulgação

Primeiro eram os disquetes que mudavam de formato, depois surgiram os CD´s e por último os DVD´s, qual será o futuro do armazenamento de dados? Após uma longa batalha contra o HD-DVD (DVD de alta definição), surge o vencedor que vai guardar seus dados dentro de pouco tempo: o Blu Ray.Esta é a marca registrada do formato.

Os filmes em alta definição exigiam que um novo formato de mídia fosse criado para suportar algumas horas nessa densidade de dados. Para atender a esta demanda, o Blu-Ray (ou raio azul) foi desenvolvido por empresas filiadas à Sony e recebeu este nome por causa da cor do seu raio de leitura. O disco é capaz de armazenar mais informação e a uma taxa de transferência superior a de um disco de DVD e ainda é mais resistente a riscos e obstruções por sujeira.

Discos de 50 GB

O novo formato é capaz de armazenar 25 GB de informação com uma camada simples e 50 GB com duas camadas, mas existem modelos de 100 GB, com quatro camadas, e projetos para 200 GB, com até oito camadas! Além do disco de apenas leitura, existem formatos que permitem a gravação permanente e a regravação doméstica do disco. Os leitores de Blu-Ray possuem suporte para menus modernos e o vídeo game Playstation 3 adotou o formato como disco padrão para seus jogo.

Disco Blu-Ray já está sendo comercializado.

Leitores, gravadores e mídias Blu-Ray podem ser encontradas no mercado Brasileiro, mas é preciso estar preparado para isto. É necessário utilizar softwares compatíveis com o formato como: Okoker Blu-Ray DVD Burner, Ashampoo Burning Studio, AVS CD/DVD/BD Data Burner e Astroburn. Outras ferramentas permitem a você retirar ou alterar o código de região do seu disco como o Blu-ray Region Code Remover e recuperar os dados de discos danificados como o CD Recovery Toolbox.

Compare as mídias.

Com a possibilidade de guardar muito mais informação e de aumentar a definição dos seus filmes em um disco com as mesmas dimensões, não queira continuar preso ao passado. Em pouco tempo continuar utilizando CD´s e DVD´s será como encontrar alguém carregando uma pasta cheia de disquetes na rua..

Tecnologia

O tamanho do "ponto" mínimo no qual um laser pode gravar está limitado pela difracção, e depende da longitude da onda de luz do laser e da largura da lente utilizada para gravar. No caso do laser azul-violeta utilizado nos discos Blu-ray, a longitude da onda é menor que nas tecnologias anteriores, aumentando portanto o aproveitamento do espaço físico no Blu-ray (0.85, comparado com 0.6 para DVD). Com ele, e graças a um sistema de lentes duplas e a uma camada protectora mais larga, o raio laser pode direccionar-se de forma muito mais precisa na superfície do disco. Os pontos de informação legíveis no disco são muito menores e, portanto, o mesmo espaço pode conter muito mais informação. Por último, mesmo com as melhorias na tecnologia, os discos Blu-ray incorporam um sistema melhorado de codificação de dados que permite guardar ainda mais informação.

Outra característica importante dos discos Blu-ray é sua resistência aos arranhões e impressões digitais devido à sua morfologia. Os discos têm uma capa de substrato, cujo nome comercial é Durabis, que é composta por uma camada de substrato de 1,1 mm para um lado e 1 mm para o outro para permitir a criação de mais ficheiros de dados e o uso de um só lado. Inicialmente, pensou-se em criá-los como cartuchos, semelhantes a disquetes de computador, mas a TDK descobriu um substrato que permite evitar os arranhões e facilitar a leitura (mesmo que agora eles sejam bem menos comuns) quando sujos de gordura. Esta nova característica será muito apreciada pelos utilizadores, porque dificulta o surgimento de defeitos como nos CD e DVDarranhados sendo, por isso, uma qualidade adicional quando comparado com o formato concorrente, HD-DVD.

Diferenças entre o Blu-ray, o HD DVD e o DVD

Blu-rayHD DVDDVD
Capacidade com lado único23.3 / 25 / 27 GB (Camada Única)
46.6 / 50 / 54 GB (Camada Dupla)
15 GB (Camada Única)
30 GB (Camada Dupla)
4.7 GB (Camada Única)
8,5GB (Camada Dupla)
Longitude da Onda do Raio Laser405 nm400 nm650 nm
Taxa de Transferência54,0 Mbps36,55 Mbps11,1 Mbps
Formatos SuportadosMPEG-2, MPEG-4 AVC, VC-1MPEG-2, VC-1 (Baseado no WMV), H.264/MPEG-4 AVC
Resistência a arranhões e gorduraSimNãoNão

Divisão das Regiões

As regiões do Blu-ray são diferentes das regiões do DVD[2]

Código da RegiãoÁrea
A ou 1América do Norte, América do Sul, Ásia excepto para China
B ou 2Europa, Médio Oriente, África e Oceania
C ou 3China, Rússia e Sul da Ásia.

Um disco de camada única (Single Layer em inglês) Blu-Ray pode conter cerca de 25GB de dados ou cerca de 6 horas de vídeo de alta definição mais áudio, e, no modo de dupla camada (Double Layer), este espaço é duplicado, podendo conter, aproximadamente, 50 GB. Suporta os formatos de compressão MPEG-2, MPEG-4 e VC-1. A velocidade de transferência de dados é de 36 Mbit/s (54 Mbps para BD-ROM), mas protótipos a 2x de velocidade com 72 Mbit por segundo de velocidade de transferência estão em desenvolvimento. O BD-RW (formato regravável) padrão já está disponível, assim como os formatos BD-R (gravável) e o BD-ROM, como parte da versão 2.0 das especificações do Blu-ray. Em 19 de Maio de 2005, TDK anunciou um protótipo de disco Blu-ray de quatro camadas de 100 GB. Outros discos Blu-ray com capacidades de 200 GB (oito camadas) estão também em desenvolvimento.

Recentemente a TDK anunciou ter criado um disco Blu-ray experimental capaz de armazenar até 200 GB de informação em um único lado (seis camadas de 33 GB).[1]

Curiosidades

  • A letra "e" foi eliminada do nome de forma intencional para permitir o registo da marca, já que a terminação "blue ray" é usada frequentemente e não pode ser registrada.
  • O disco Blu-ray baseado em um substracto de papel é menos prejudicial ao meio ambiente e mais seguro na hora de destruí-lo que os discos tradicionais. Esta camada superfícial, a que aderem os materiais normalmente, é feita de policarbonato plástico, que é o que o Blu-ray substitui por papel. O resultado é um disco em que o papel representa 52% de seu peso total, segundo afirma Sony.
  • O novo console da Sony, PlayStation 3, tem um leitor de Blu-Ray incluido.
  • No Japão, os jogos custarão cerca de 5.000 ienes, equivalente a 35 euros ou 94 reais.
  • Um disco típico Blu-Ray
  • Um disco típico Blu-Ray

domingo, 2 de agosto de 2009

Erros Reparados

Microsoft divulga novas correções para Internet Explorer

A Microsoft divulgou nesta semana um pacote de segurança emergencial relacionado a seis problemas no navegador Internet Explorer e no softwareVisual Studio. As correções podem ser obtidas pelos usuários do Windowsatravés das Atualizações Automáticas do sistema.

Três correções são referentes ao Internet Explorer e as outras três corrigem falhas do Visual Studio. As atualizações estão nos boletins MS09-034 e MS09-035 divulgados nesta terça-feira, dia 28.

Segundo explica o site ComputerWorld, os problemas do Visual Studio estariam relacionados ao componente Active Template Library (ATL), que também é usado por desenvolvedores externos para criar controles ActiveX para aplicativos da Microsoft.

As falhas no navegador Internet Explorer também se refere aos bugs com os controles ActiveX. A atualização foi definida pela Microsoft como uma "nova tecnologia de defesa", que identifica os componentes que despertam os bugs e os elimina.

As atualizações podem ser instaladas também pelos serviços Microsoft Update e Windows Server Update.

Falha no Internet Explorer permite invasão de hackers

A Microsoft alertou nesta terça-feira sobre uma nova falha de segurança detectada em seu navegador Internet Explorer, que poderá permitir o acesso de hackers ao computador.

A falha reside no módulo ActiveX Video Control, que permite ler conteúdos de áudio e vídeo nos sistemas operacionais Windows XP e Windows Server 2003.

"Um hacker capaz de explorar esta falha com sucesso poderá ter acesso aos mesmos direitos que o usuário principal", indica a Microsoft.

O grupo anunciou que está trabalhando no desenvolvimento de uma atualização para o Windows para remediar a falha do módulo ActiveX, e sugeriu que o mesmo, um componente principal do Windows Media Center, seja desativado.

Microsoft repara número recorde de falhas de segurança

A Microsoft lançou correção para reparar 31 falhas de segurança em seus programas, um recorde para um único dia para a empresa cujos produtos são alvos de hackers uma vez que estão instalados na maioria dos computadoresusados no mundo.

Os reparos têm como objetivo consertar vulnerabilidades no Windows, Office e Internet Explorer, bem como importantes componentes de software usados por empresas em centros de processamento de dados.

Uma vez que hackers descobrem tais vulnerabilidades, eles rapidamente começam a desenvolver programas para explorá-las. Tais softwares podem ser usados para crimes como roubo de identidade, envio de spam e tomada de controle de sistemas de computadores.

"Reparos de software serão especialmente desafiadores para empresas", disse Dave Marcus, pesquisador sênior na empresa de programas de segurança de computadores McAfee, segunda maior do setor no mundo.

Microsoft divulga seis correções para o Windows

Esta é a segunda terça-feira do mês, o tradicional dia em que a Microsoft lança seu "pacotão" de correções para vulnerabilidades em vários de seus softwares chamado "Patch Tuesday". No lote de hoje estão seis correções para oWindows, duas marcadas como críticas, três como importantes e uma como "moderada".

O pacote também traz uma correção para o Internet Explorer, uma para oOffice, outra para o Word e mais uma para o Excel, todas consideradas críticas, relacionadas à possibilidade de execução remota de código na máquina do usuário.

As três correções importantes para o Windows são relacionadas à elevação de privilégios, e a correção marcada como moderada tem a ver com vazamento de informações.

Os sistemas operacionais afetados são Windows 2000, XP e Vista (em 32 e 64 bits), e Windows Server 2003 e 2008 (nas versões 32 bits, 64 bits e Itanium).

As versões do Microsoft Office afetadas são o Word e Excel 2000, 2002, 2003 e 2007 para Windows, Office 2004 e 2008 para Mac, Microsoft Word Viewer 2003 e o "Microsoft Office Compatibility Pack for Word, Excel, and PowerPoint 2007 File Formats", além do Microsoft Office SharePoint Server 2007 (nas versões 32 e 64 Bits).

Tanto o Windows como o Office devem ser atualizados, mesmo que estejam com algum Service Pack já instalado. Além disso, a Microsoft também lançará uma versão atualizada de sua "Ferramenta para remoção de softwaremalicioso".

Mais informações estão disponíveis no boletim de segurança MS09-jun da Microsoft, que pode ser conferido pelo atalho tinyurl.com/lb6gkz.

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