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quarta-feira, 24 de junho de 2009

CHINA 2

Alvo de críticas, governo chinês manda empresa consertar filtro antipornografia

Depois de críticas aos riscos de segurança gerados por um filtro antipornografia na internet, o governo da China determinou que os problemas do software sejam resolvidos. A partir de 1º de julho, os PCs vendidos no país vão vir com um programa para impedir que crianças acessem pornografia na internet, mas críticos afirmam que a medida tem o objetivo de intensificar a censura.

Na semana passada, pesquisadores da Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, afirmaram que o programa tem sérios problemas de segurança --seria possível, por exemplo, que pessoas mal intencionadas controlassem o computador dos usuários de forma remota.

Os pesquisadores afirmaram também que o sistema bloqueia não só conteúdos relacionados a textos obscenos, mas também frases consideráveis condenáveis pelo Partido Comunista.

Usuários que já testaram o programa afirmam que ele bloqueia o acesso a um amplo leque de conteúdos, de discussões sobre homossexualidade a imagens de histórias em quadrinhos como Garfield.

Segundo o jornal "China Daily", o governo da China pediu à empresa Jinhui Computer System Engineering, responsável pelo sistema, que as falhas fossem corrigidas. "O Ministério de Indústria e Tecnologia da Informação pediu que nós tornássemos o software mais seguro", afirma Zhang Chenmin, gerente-geral da companhia.

O programa já foi baixado 7,17 milhões de vezes do site da empresa e 2,62 milhões de computadores de escolas no país já o utilizam. Zhang admitiu que piratas virtuais podem atacar o sistema devido às falhas. "Assim como qualquer outro software desse tipo", diz. "Nós somos mais especialistas em produzir filtros de internet do que em segurança."

O governo do país determinou que o programa deve vir já instalado no computador ou disponível em um CD. Os fabricantes serão obrigados a revelar às autoridades quantas máquinas foram vendidas com o software, desenvolvido por uma empresa chinesa.

Sob acusação de censura, China defende software para filtrar conteúdo pornô

A mídia oficial da China defendeu nesta quinta-feira (11) a medida para que cada computador vendido no país a partir de 1º de julho tenha um programa programa de controle que permita bloquear sites pornográficos. Críticos afirmam que a decisão, na verdade, tem o objetivo de aumentar a censura à internet.

Usuários que já testaram o programa afirmam que ele bloqueia o acesso a um amplo leque de conteúdos, de discussões sobre homossexualidade a imagens de histórias em quadrinhos como Garfield.

As autoridades chinesas raramente justificam suas medidas para controlar o acesso a conteúdos na internet. Rapidamente, o governo bloqueia sites que critiquem o Partido Comunista ou falem sobre liberdade religiosa e a política para o Tibet, por exemplo.

Desta vez, entretanto, a orientação parece ser diferente. A TV oficial CCTV, por exemplo, exibiu uma reportagem elogiosa sobre o filtro, afirmando que "um grande número de pais e especialistas" apoia a instalação do software.

Já o jornal "Guangming Daily" publicou praticamente a mesma reportagem, afirmando que o filtro leva a um "gerenciamento civilizado do acesso à internet".

O governo do país determinou que o programa deve vir já instalado no computador ou disponível em um CD. Os fabricantes serão obrigados a revelar às autoridades quantas máquinas foram vendidas com o software, desenvolvido por uma empresa chinesa.

Segundo a Computer & Communications Industry Association, com sede em Washington, bloquear pornografia é compreensível, mas o filtro pode ser facilmente usado para ampliar a censura. "A diferença agora é que o software leva a censura ao nível de cada computador", afirma Rebecca Mackinnon, professora da Universidade de Hong Kong, que estuda a censura na mídia da China.

China recomenda que PCs tenham filtro antipornografia

A China vai recomendar que cada computador individual vendido no país a partir de 1º de julho tenha um programa programa de controle que permita bloquear sites pornográficos, informam o "Wall Street Journal" e o diretor da empresa que desenvolveu o software.

O executivo de uma das empresas que criaram o programa confirmou a informação do jornal e declarou que o objetivo é lutar contra a influência nefasta sobre a juventude.

"Nós oferecemos este programa gratuitamente aos fabricantes de computadores, pois o governo pagou por este serviço durante um ano", explicou Bryan Zhang, presidente e diretor geral da Jinhui Computer System Engineering, que tem sede em Zhengzhou (leste do país).

"Será entregue aos consumidores de novos computadores, mas eles terão a liberdade de instalar ou não", completou. O WSJ cita fontes estrangeiras da indústria que afirmam que o programa permite a transmissão de dados pessoais e pode tornar os computadores vulneráveis a ataques.

O regime chinês é conhecido pela censura política da internet.


CHINA

Internautas chineses apontam software contra pornografia como forma espionagem privada

As críticas dos internautas sobre o software antipornografia aumentaram na China, às vésperas da introdução do aplicativo no mercado, durante a próxima semana.

Em populares fóruns, a maior comunidade de internautas do mundo (300 milhões) colocou dúvidas sobre as verdadeiras intenções deste filtro, criticando seu funcionamento. Alguns chegaram a considerar um "roubo" aos contribuintes.

Chinesa usa LAN House em Zhengzhou; internautas tecem críticas ao filtro antipornografia

Chinesa usa LAN House em Zhengzhou; internautas criticam filtro antipornografia

Um internauta que conta sua experiência após testar o filtro assegura que a cada três minutos seu computador "trava, provavelmente para mandar informações privadas".

"A pornografia é apenas um pretexto, porque [o software] também procura temas 'sensíveis' que considera ruim para os usuários", diz outro internauta, que ainda aponta a possibilidade de que o filtro não se limite somente a combater o conteúdo erótico.

"É uma vergonha que se utilize o dinheiro dos contribuintes para manipular a sociedade", observou outro internauta.

Críticas e insultos ao Ministério da Tecnologia e Indústria da Informação, responsável pela polêmica medida que entra em vigor no dia 1º de julho, estão em vários sites chineses.

O Governo dos Estados Unidos chegou a expressar às autoridades do gigante asiático sua "preocupação" com o polêmico software.

O Governo chinês defende o filtro como um meio para proteção dos menores de idade.

Além disso, afirmou que, apesar de o arquivo ser instalado em todos os computadores vendidos no país (inclusive nos importados), sua execução será opcional.

Google promete eliminar buscas de resultados pornográficos na China

O Google prometeu tomar as medidas necessárias para eliminar todas as buscas que deem resultados pornográficos em seu portal em língua chinesa, anunciou a agência oficial de notícias Xinhua.

"Estamos realizando um exame exaustivo de nosso serviço e tomaremos as medidas necessárias para corrigir qualquer problema com os resultados", informou por meio de comunicado a companhia, que possui o buscador pela internet mais usado do mundo.

Além disso, John Pinette, diretor de comunicações do Google na região da Ásia, confirmou que representantes da empresa se reuniram com membros do governo chinês para revisar os problemas com o serviço da China e a transmissão de conteúdos e imagens pornográficas através de buscas em idiomas estrangeiros.

O anuncio foi feito dias depois de o organismo estatal regulador dos conteúdos de internet na China ter lançado uma dura crítica ao Google, por mostrar links para páginas de conteúdo "obsceno" e que "violam as regulações nacionais".

Trata-se de uma das primeiras vezes que o governo chinês critica abertamente uma empresa na internet, já que habitualmente censura os conteúdos que não considera de acordo com as leis chinesas, sem dar avisos deste tipo.

As críticas contra o Google surgem no meio de uma renovada campanha do governo chinês contra a pornografia na internet, com o bloqueio de mais de mil de sites com conteúdo erótico nos últimos seis meses.

A campanha também inclui uma ordem estatal que prevê que a partir do dia 1º de julho todos os computadores chineses levem um filtro antipornografia que impedirá automaticamente a escrita de palavras obscenas em chinês ou a busca desses termos na internet.

China bloqueia resultados do Google para "combater pornografia"

O governo da China determinou o bloqueio de alguns resultados de buscas feitas no Google, supostamente porque os links levam a conteúdo pornográfico. Segundo a agência oficial Xinhua, o veto atinge resultados em língua chinesa feitos de qualquer país --entradas escritas em inglês, por exemplo, não foram afetadas.

Ontem, o China Internet Illegal Information Reporting Centre, órgão chinês de fiscalização da web, criticou o Google por "disseminar links pornográficos e vulgares". "O Google China não realizou a fiscalização exigida pelas leis e regulamentos chineses. Um grande volume de informação pornográfica estrangeira entrou em nossas fronteiras por meio desse site", afirmou

Autoridades chinesas para a área de internet já haviam pedido que o Google adotasse medidas para filtrar o conteúdo pornográfico presente nas buscas, como uma forma de prevenir a chegada desse tipo de conteúdo ao país.

Em janeiro deste ano, a China lançou um amplo programa para retirar esse tipo de conteúdo de sites de busca como Google e Baidu. Em maio, 1.001 sites foram bloqueadas pelo governo, sob acusação de distribuir material pornográfico ou vulgar.

O episódio ocorre no momento em que o governo chinês determina que, a partir de 1º de julho, os PCs vendidos no país venham com um programa para impedir que crianças acessem pornografia na internet. Entretanto, críticos afirmam que a medida tem o objetivo de intensificar a censura no país.

China critica Google por "disseminar pornografia na web"

O China Internet Illegal Information Reporting Centre, órgão chinês de fiscalização da web, criticou nesta quinta-feira (18) a versão em chinês do Google, por "disseminar links pornográficos e vulgares".

O órgão afirma que já se queixou duas vezes ao Google a respeito do conteúdo pornográfico exibidos no buscador. "O Google China não realizou a fiscalização exigida pelas leis e regulamentos chineses. Um grande volume de informação pornográfica estrangeira entrou em nossas fronteiras por meio desse site", afirma.

A entidade exige que o Google conduza uma 'limpeza completa' de suas páginas. As afirmações da organização ocorrem no momento em que o governo chinês determina que, a partir de 1º de julho, os PCs vendidos no país venham com um programa para impedir que crianças acessem pornografia na internet. Entretanto, críticos afirmam que a medida tem o objetivo de intensificar a censura no país.

>>CHINA 2

MP3

Programa permite baixar programação de 12 mil estações de rádio

O programa RadioSure Portable permite acessar rádios on-line de todos os cantos do planeta, inclusive estações brasileiras. O banco de dados do programa possui mais de 12 mil estações de rádio.

As estações, assim como as músicas, podem ser gravadas no disco rígido ou pendrive. O programa salva as músicas no formato MP3 para que você possa reproduzir o áudio, mesmo quando não existe uma conexão com a internet. É possível gravar várias estações ao mesmo tempo. O programa está disponível para download aqui.

reprodução

Programa dá acesso à programação de rádios e permite download de músicas

Programa dá acesso à programação de rádios e permite download de músicas


sexta-feira, 19 de junho de 2009

N97

Nokia N97 está aí


Nokia N97

Junho é o mês quente no mercado dos smartphones: vamos ter as novidades sobre o iPhone na semana que vem no WWDC,o Palm Pre também vem a caminho e hoje o velho conhecido N97 também mostra a cara. Finalmente a Nokia vai lançar o N97, tal como tinha sido anunciado na Nokia World realizado em Barcelona em Dezembro último. Com isto, a empresa espera recuperar terreno para os seus directos concorrentes no mercado, iPhone e BlackBerry respectivamente. O lançamento está previsto para ainda este mês e estará disponível para compra por 550 euros em 75 países.


Para quem não acompanhou a sensualidade do N97 e quer saber as especificações do novo monstro da Nokia, aqui vão: ecrã widescreen 16:9 de 3,5 polegadas com interface sensível ao toque, 32 GB de memória interna (+ slot para até 16 GB através de um cartão), 3G, teclado QWERTY, bateria com autonomia de até 37 horas de música ou 4 horas e meia de vídeo, câmera de 5 megapixels com lentes Carl Zeiss e flash LED duplo, vídeos com resolução de DVD 640 x 480 (como o N95 e N96), A-GPS, Wi-Fi, USB 2.0, Bluetooth estéreo e entrada para fones padrão (3,5 mm).

Em Portugal, o N97 vai custar, na pré-venda, o mesmo anunciado originalmente pela Nokia: 699 euros (994 dólares).

>>celular

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sem Fio..

O futuro é logo ali


Se você é desses que achavam que o século 21 chegaria com carros voadores, casas flutuantes e robôs arrumando a casa, acabou frustrado diante de anos 2000 menos futuristas: os carros ainda ficam parados no trânsito rodoviário caótico, as casas ainda estão grudadas no chão e os robôs mal conseguem imitar os movimentos humanos. Mas há gadgets que nos mostram que o futuro high-tech está logo ali - pelo menos no campo dos teclados de computadores. É o caso do VBK Bluetooth Laser Virtual Keyboard, da i-Tech. Pequeno a ponto de caber no bolso (3,5cm x 9,2 cm x 2,5 cm), o VBK é um dispositivo que projeta um teclado virtual de 63 teclas e layout QWERTY em qualquer superfície lisa e plana.


O teclado de 29,5cm x 9,5 cm fica posionado a 6,5 cm do projetor, cujo módulo de sensor detecta a luz refletida pela interação do usuário com as teclas digitadas e as envia, via Bluetooth e em tempo real, para o computador, o telefone ou o micro de mão compatível com a tecnologia sem fio. A taxa de detecção é de até 400 caracteres por minuto – o que não chega a comprometer o desempenho do teclado, embora seja um pouco mais lento que os convencionais. A bateria recarregável do projetor dura 2 horas em uso contínuo. Custa US$ 199,99 e pode ser comprado no site da i-Tech.
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Como astros de rock

Guitar Hero está fazendo escola entre os fabricantes de acessórios. A Logitech acaba de lançar nos EUA um controle para as versões do Guitar Hero para PlayStation 2 e 3 que é uma guitarra sem fio. A guitarra usa materiais autênticos, como pescoço e corpo de madeira, braço de pau-rosa e palheta de metal. Diz o fabricante que o controle é para os jogadores que realmente querem se sentir como astros de rock. Tanto que o Logitech Wireless Guitar Controller tem alcance de até 30 metros do console - você não precisa estar na frente da TV para tocar seus hits prediletos. O preço sugerido para o controle é de US$ 199,99.

Logitech Guitar Hero Controller


terça-feira, 16 de junho de 2009

Celulares 3D


Celulares ganharão telas 3-D

Celulares ganharão telas 3D
Celulares com telas 3-D mostrarão filmes tridimensionais sem a necessidade do uso de óculos especiais.[Imagem: ICT

A visão tridimensional começa a dar seus primeiros passos em algumas salas de cinema, mas praticamente não avançou na televisão e nos equipamentos domésticos.

Mas, de acordo com pesquisadores europeus, a história pode começar a mudar justamente onde menos se esperava: na tela dos telefones celulares, players e iPods.

"O mercado de equipamentos portáteis tem sido muito mais dinâmico e receptivo a novas tecnologias do que o mercado de televisores, já que a ideia mais geral de mobilidade é baseada no dinamismo," defende Atanas Gotchev, coordenador do projeto europeu Mobile3-DTV.

Filmes 3-D no celular

Quando o assunto é a projeção 3-D, a grande vantagem dos aparelhos portáteis pode estar justamente nas suas telas muito pequenas, das quais os usuários não esperam experiências vibrantes, como quando alguém promete um filme tridimensional no cinema ou mesmo na televisão.

"Na tecnologia móvel 3-D, o modo de visualização é pessoal, o tamanho da tela é pequeno e o próprio usuário se encarrega de ajustar a posição do aparelho para ter a melhor visualização," diz Gotchev.

De novo os padrões

Assim como no cinema, que viu surgir as primeiras promessas de filmes 3-D logo depois da invenção do próprio cinema, já nos anos 1890, telefones celulares com visores 3-D também não são novidade.

A Sharp lançou um celular 3-D no Japão em 2003, a Samsung lançou sua versão na Coreia em 2007 e a Hitachi lançou um modelo no Japão em 2009. O iPhone também suporte filmes tridimensionais, mas exige o uso de óculos especiais.

E por que esses equipamentos não fizeram sucesso? Talvez pela escassez de conteúdo, mas certamente pela falta de padrões na indústria, que pudessem justamente encorajar os produtores de conteúdo a criar filmes 3-D para os celulares.

O estabelecimento de um padrão para a geração de conteúdo 3-D para celulares é uma das principais propostas do projeto Mobile3-DTV.

Os pesquisadores esperam que os fabricantes de equipamentos adotem o padrão do Mobile3-DTV, evitando mais uma "guerra dos formatos." Para isso, eles estão baseando seu trabalho no padrão europeu conhecido como DVB-H (Digital Video Broadcasting - Handheld).

3-D sem óculos

Talvez a maior vantagem do novo sistema é que ele dispensará de vez o uso de óculos especiais. "As telas autoestereoscópicas usam elementos ópticos adicionais alinhados na superfície do LCD para garantir que o observador veja imagens diferentes com cada um dos olhos," explica Gotchev.

"Como os equipamentos portáteis são normalmente vistos por um único observador, duas visões independentes são suficientes para uma percepção 3-D satisfatória," diz o pesquisador.

As especificações estão a caminho, o hardware praticamente não representa nenhum empecilho, com a indústria dispondo de todas as soluções técnicas para a construção de LCDs capazes de mostrar filmes 3-D. Agora só falta convencer os produtores de conteúdo a começar a fazer a sua parte.

Realidade virtual a domicílio: Mundos virtuais 3D chegam aos celulares

Se mensagens SMS, e-mail, filmes e telas sensíveis ao toque já não satisfazem mais seus desejos quando o assunto são os celulares e outros aparelhos móveis, prepare-se para acessar os mundos virtuais diretamente em seu aparelho de bolso.

Cientistas alemães criaram uma tecnologia que permite que iPhones, iPods, celulares em geral, e toda uma gama de aparelhos portáteis que estão invadindo o mercado, sejam capazes também de apresentar aplicativos 3-D, como os mundos virtuais do Second Life.

Mundos virtuais 3D portáteis

"Como o poder de processamento dos telefones celulares, smart phones e PDAs está aumentando - junto com a expansão na largura de banda de suas transmissões - ocorreu-nos que seria possível utilizar esse poder para criar realidades virtuais 3-D," conta o engenheiro Dan Curticapean, da Universidade de Offenburg. "Então nós projetamos um sistema para otimizar e enviar os dados de realidade virtual para o celular ou outro dispositivo móvel," diz ele.

Contudo, mesmo com o crescente poder dos chips dos aparelhos portáteis mais modernos, a exigência de processamento para a apresentação de mundos virtuais é muito grande. A saída encontrada pelos pesquisadores alemães foi exportar todo o processamento numérico pesado para servidores externos, que devolvem para o aparelho móvel uma stream Avi ou motion JPEG, ou na forma de padrões de dados vetoriais, como VRML e X3D.

Celular com tela 3D

Os mundos virtuais podem ser visualizados na tela do próprio dispositivo móvel ou em telas externas e em projetores de vídeo estereoscópicos, que se conectam ao aparelho móvel por conexão Bluetooth.

Para gerar a visualização estereoscópica na própria tela dos aparelhos móveis pode-se utilizar telas 3-D integradas, sistemas de lentes ou imagens anaglíficas, que podem ser vistas com o auxílio de óculos especiais com lentes de cores diferentes para criar a ilusão de profundidade.

Imagens 6D são criadas em sistema super-realístico de projeção

Imagens 6D são criadas em sistema super-realístico de projeção

Protótipo de um pixel que compõe o sistema de projeção 6D.[Imagem: MIT]

Se vivemos em um mundo tridimensional, o que poderia ser mais realístico do que um sistema de imagens 3D? Segundo pesquisadores do MIT, nos Estados Unidos, a resposta é um sistema 6D, que, além de reproduzir fielmente os detalhes das imagens, seja capaz de responder a todas as variações no ambiente.

A capacidade de produzir sombras naturais e de realçar o brilho dos objetos de acordo com a direção e a intensidade da iluminação torna possível também a criação de imagens que variam ao longo do tempo, em resposta a alterações na iluminação ambiente, sem nenhum controle ativo e sem a necessidade de qualquer processamento.

Técnica de projeção 6D

Em vez de hologramas, que exigem raios laser para serem projetados, o sistema de projeção 6D utiliza o mesmo princípio encontrado em alguns cartões postais, nos quais uma série de lentes lineares e paralelas são construídas em um material plástico que é superposto a uma imagem, criando imagens diferentes para cada olho e dando a sensação 3D.

Esse mesmo princípio pode ser utilizado para criar imagens 4D, que dão a impressão de movimento, bastando utilizar lentes quadradas - quando o ângulo de visão é alterado, as diversas imagens parecem se suceder em um movimento contínuo.

Melhor do que o melhor holograma

O novo sistema 6D acrescenta a esse princípio uma série de camadas adicionais de lentes para criar duas novas dimensões de movimento. Assim, a imagem altera-se não apenas com a mudança da posição de quem olha para ela, mas também com a direção da iluminação.

"Mesmo se você tiver o melhor holograma disponível," explica Raskar, quando o ângulo da luz muda "se eu tenho um holograma de uma flor, e uma flor real próxima a ele, o holograma não parece real. Todas as sombras e todas as reflexões sobre a flor não são duplicadas no holograma."

30 dólares por pixel

O equipamento está em estágio inicial de desenvolvimento e por enquanto produz apenas imagens de baixa resolução. Como foi construído com peças que tiveram que ser feitas artesanalmente, os pesquisadores afirmam que cada pixel teve um custo de cerca de US$30,00.

Aplicações práticas irão exigir desenvolvimentos significativos, incluindo aprimoramento da técnica e miniaturização dos pixels. "Levará ainda ao menos 10 anos antes que tenhamos qualquer tela realística com dimensões práticas," diz o pesquisador Ramesh Raskar.

Fórum discute padronização de linguagens para aplicações em 3D


Fórum discute padronização de linguagens para aplicações em 3D

Com o avanço da internet, as novas tecnologias que permitem visualizações em três dimensões (3D) já estão sendo incorporadas ao cotidiano das pessoas. Para discutir as novas tecnologias envolvidas nesse processo, a USP vai reunir pesquisadores nacionais e estrangeiros em um fórum internacional, que se realizará na próxima segunda-feira em São Paulo.

Padronização de tecnologias 3D

A padronização e a normatização das linguagens usadas para aplicações em 3D serão discutidas no Fórum 3D - Seminário sobre Padrões Abertos em Tecnologias 3D para Interoperabilidade e Visualização 3D do Globo Terrestre que o Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica (Poli) da USP realiza na próxima segunda (12), da 9 às 16 horas.

Durante o Fórum haverá a apresentação das principais tecnologias 3D existentes; serão mostrados alguns exemplos de aplicação da ferramenta de representação visual de código aberto X3D; e será apresentado o projeto X3D Earth, que tem por objetivo a representação do globo terrestre em 3D.

Terra em 3D

"O grande diferencial do projeto X3D Earth em relação a iniciativas semelhantes, como o Google Earth e o Virtual Earth, é que X3D Earth não tem fins comerciais", aponta o professor Marcelo Knörich Zuffo, coordenador da iniciativa no Brasil. "As aplicações X3D Earth serão desenvolvidas com software livre e voltadas para o interesse público. Elas poderão ser usadas por toda a sociedade e setores públicos, como prefeituras, companhias de água, luz e esgoto, entre outros, em áreas como previsão do tempo, preservação de florestas, aquecimento global, etc." explica ele.

De acordo com o professor Zuffo, a idéia é convidar agentes públicos e outros interessados que queiram participar de uma comunidade de desenvolvedores da iniciativa X3D Earth com o objetivo de definir um conjunto de padrões e normas para um sistema internacional de visualização tridimensional do globo terrestre. "Outro diferencial desta iniciativa é que todo o processo de atualização de imagens seria feito pelos participantes desta comunidade", conta.

O projeto X3D Earth é patrocinado pela Naval PostGraduate School, de Monterey (Califórnia, EUA) e tem a participação de diversas universidades norte-americanas, européias e brasileiras. Na América Latina, o Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) é o principal condutor das pesquisas de concepção e desenvolvimento dessa ferramenta.

Caverna digital

No ano passado, durante o encontro da SIGGRAPH (sigla em inglês para Grupo de Interesse Especial em Gráficos Interativos e Técnicas), que ocorreu em San Diego, na Califórnia (EUA), foi distribuído pelo LSI um CD-Rom sobre a Caverna Digital (sistema de realidade virtual criado pelo LSI e único na América Latina) que traz o estágio atual de padronização da tecnologia X3D.

A Caverna Digital possibilita alto envolvimento do usuário. Seu ambiente de programação foi baseado em X3D. "Quando desenvolvemos a Caverna Digital, em vez de usarmos supercomputadores comerciais, utilizamos computadores da USP programados em clusters. O ambiente de programação foi todo baseado em X3D", relata Zuffo.

X3D

Durante o Fórum, serão apresentadas algumas aplicações em X3D, ligadas à preservação do patrimônio histórico (que permite a visualização tridimensional do centro histórico de São Paulo) e tecnológicas (na área de ciências moleculares, com a visualização da estrutura molecular; em engenharia naval e exploração de petróleo).

O Fórum acontece na próxima segunda-feira (12 de maio), das 9 às 16 horas, no Auditório do Prédio da Administração da Escola Politécnica da USP, na Av. Prof. Luciano Gualberto, Trav 3. s/n, Cidade Universitária, São Paulo. As inscrições podem ser feitas pelo email eventos@poli.usp.br ou pelo telefone (0XX11) 3091-5711.

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sábado, 13 de junho de 2009

3 GS

Novo Iphone 3GS

A terceira versão dosmartphone mais desejado do mundo foi finalmente lançada. O iPhone 3GS está mais rápido, tem comando por voz, uma câmera melhorada e muitas outras novidades.

Então vamos discutir neste post as novidades mais marcantes que a Applereservou para quem já é fã de seus produtos e ainda mais do smartphone.

novo-iphone-3gs-1

No quesito velocidade, a abertura de mensagens está 2x mais rápido, assim como o novo navegador Safari, que está mais ágil do que nunca na interpretação de códigos javascript.

A conexão por padrão agora é o HSDPA com velocidade de 7,2 Mbps e o hardware gráfico suporta o padrão OpenGL|ES, fazendo com que toda a interface e os jogos 3D fiquem mais rápido e fluam naturalmente, sem slow-motion.

A nova câmera possui auto foco e outros ajustes automáticos para tirar uma boa foto sem se preocupar com técnicas de fotógrafo profissional. Além disso, suporta gravação de vídeo com 30 frames por segundo no padrão VGA também com auto foco e outros ajustes automáticos.

Imagine-se fotografando ou filmando um evento ou acontecimento e já dispondo o mesmo na internet ou enviado por e-mail?

Em termos de design, não foi mudado praticamente nada, ficando com seu estilo anterior, mas usando materiais mais recicláveis e que não fazem tanto mau a natureza, como o LCD sem mercúrio, por exemplo.

A autonomia foi uma das maiores mudanças e para melhor, pois além de poder ficar mais tempo ligado a bateria também tem maior vida útil.

novo-iphone-3gs-2

Agora a capacidade de se navegar na internet (WIFI) passou de 6 horas para 9 horas. Assitir vídeos: de 7 horas para 10 horas. Áudio; de 24 horas para 30 horas.

Entre os novos detalhes e suas funcionalidades, está em:

  • Controle de voz, onde você fala com o iPhone e ele executa determinadas ações;
  • Funções de acessibilidade, como inverter vídeos, dar zoom, etc.
  • Compasso em forma de bússola digital que é integrado ao Maps, lhe dando as coordenadas de onde você está atualmente.

Gostou? Bem, o novo iPhone 3GS estará disponível nos EUA no dia 19 de junho de 2009 e no Brasil possivelmente virá no dia 09 de agosto de 2009.

Os valores?

· US$ 199,00 a versão de 16GB

· US$ 299,00 a versão de 32GB



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The Sims 3

O jogo The Sims 3 é um dos lançamentos mais aguardados para este ano de 2009, principalmente para aqueles que gostam de um bom simulador.

O jogo foi lançado dia 02/06/09 nos EUA e 05/06/09 no Brasil, obtendo na sua primeira semana mais de 1,4 milhões de cópias vendidas.

O jogo foi produzido pela empresa Maxis, conhecida pelos ótimos simuladores que desenvolve e distribuído pela Eletronic Arts que também faz suas expansões.

Para quem não conhece o jogo The Sims, é um simulador onde você cria seu próprio personagem e deve vivenciar junto ao mesmo todas as situações da vida real. É como se fosse um reality show onde você é que comanda tudo.

Nesta nova versão a história e o jogo em si não ficam mais voltados somente a sua casa, você poderá sair e vivenciar em toda a cidade, interagindo com a vida social dos Sims.

A criação dos personagens foi melhorada, onde é possível criar o Sims do seu jeito, assim como dar personalidade e criatividade aos objetos que adquiri, deixando-os do seu jeito. Isso lhe dá a possibilidade de criar ilimitados objetos personalizados.

Os Sims agora tem personalidades, podendo escolher se será um desajeitado, azarado, compromissado, tímido, entre outros. Isso fará com que cada um tenha sua personalidade própria tendo atos diversos durante o jogo.

Há também uma comunidade na internet onde poderá compartilhar Sims e objetos que tenha criado com outros usuários. Assim, é possível fazer uma troca de itens, podendo baixar outros novos para o seu jogo.

No momento estão disponíveis 2 versões do jogo para venda:

Infelizmente no momento não há nenhum demo do The Sims 3 para Download. Mas assim que tiver, colocaremos o link aqui.

Caso queira saber quanto está custando o jogo e onde encontrar o The Sims 3 para comprar, clique na imagem abaixo para ver a lista de lojas que vem o jogo na internet.

Requisitos para se jogar The Sims 3

Com o lançamento do jogo The Sims 3, muitos se perguntam qual é o requisito mínimo ou adequado para se jogar The Sims 3 no PC.

Então segue os requisitos necessários para se jogar o game mais esperado do ano.

PARA WINDOWS XP

* Processador P4 de 2,0 GHz ou equivalente
* 1 GB de RAM
* Placa de Vídeo de 128 MB com suporte a Pixel Shader 2.0
* Versão mais recente do DirectX 9.0c
* Microsoft Windows XP Service Pack 2
* Pelo menos 6,1 GB de espaço no disco rígido e 1 GB de espaço adicional para armazenar conteúdo personalizado e jogos salvos

PARA WINDOWS VISTA

* Processador P4 de 2,4 GHz ou equivalente
* 1,5 GB de RAM
* Placa de Vídeo de 128 MB com suporte a Pixel Shader 2.0
* Microsoft Windows Vista Service Pack 1
* Pelo menos 6,1 GB de espaço no disco rígido e 1 GB de espaço adicional para armazenar conteúdo personalizado e jogos salvos

Para computadores com chipsets gráficos integrados para Windows ("on-board"), o jogo requer:

* Intel Integrated Chipset, GMA 3-series ou superior
* Processador Pentium D de 2,6 GHz, ou Core 2 Duo de 1,8 GHz ou equivalente.
* 0,5 GB de RAM adicional

PARA MAC OS X

* Mac OS X 10.5.7 Leopard ou superior
* Processador Intel Core Duo
* 2 GB RAM
* ATI X1600 ou NVidia 7300 GT com 128 MB de RAM de vídeo, ou Intel Integrated GMA X3100.

* Pelo menos 6,1 GB de espaço no disco rígido e 1 GB de espaço adicional para armazenar conteúdo personalizado e jogos salvos
* Este jogo não é executado em sistemas Mac baseados em PowerPC (G3/G4/G5) nem naqueles com placas de vídeo integradas (on-board) da série GMA 950.

Placas de Vídeo Suportadas no Windows
Série NVIDIA GeForce

FX 5900, FX 5950
6200, 6500, 6600, 6800
7200, 7300, 7600, 7800, 7900, 7950
8400, 8500, 8600, 8800
9300, 9400, 9500, 9600, 9800
G100, GT 120, GT 130, GTS 150
GTS 250, GTX 260, GTX 280, GTX 285, GTX 295

Série ATI Radeon™

9500, 9600, 9800
X300, X600, X700, X800, X850
X1300, X1600, X1800, X1900, X1950
2400, 2600, 2900
3450, 3650, 3850, 3870
4850, 4870

Intel(R) Graphics Media Accelerator (GMA)

GMA 3-Series, GMA 4-Series

As versões desses chipsets para laptop podem funcionar, mas é provável que o jogo fique mais lento. Placas independentes ("off-board") instaladas em slots PCI simples (em vez de PCIe, PCIx ou AGP), como algumas variantes GeForce FX, terão desempenho comprometido.
Chipsets integrados, como variantes do ATI Xpress e do NVIDIA TurboCache, podem gerar configurações-padrão mais altas do que as que seriam mais adequadas para eles. As configurações gráficas podem ser reduzidas a fim de que o desempenho seja melhorado.
A série NVIDIA GeForce FX não é suportada no Vista.
Placas de Vídeo Suportadas no Mac OS X
Série NVIDIA GeForce

7300, 7600
8600, 8800
9400M, 9600M GT
GT 120, GT 130

Série ATI Radeon™

X1600, X1900
2400, 2600
3870
4850, 4870

Intel(R) Graphics Media Accelerator (GMA)

GMA 3-Series

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>> Graande Celular

domingo, 7 de junho de 2009

Bing x google e testes

Campanha milionária põe Bing na TV e vídeo online

Bing tem campanha com custo estimado em até US$ 100 milhões

Ao tentar transformar o Bing, seu novo serviço de busca, em parte tão importante da cultura popular quanto "bada bing", Bing Crosby ou Stanley Bing, a Microsoft está adquirindo espaço e tempo publicitário destacado para o bing.com em programas de televisão e no serviço de vídeo online Hulu.

O esforço por integrar a publicidade do Bing a conteúdo, uma técnica conhecida como "entretenimento de marca", tem por objetivo complementar uma elaborada campanha publicitária conduzida em moldes mais convencionais, que começou a ser veiculada na quarta-feira por meio de comerciais produzidos pela JWT, uma divisão do grupo WPP.

As estimativas são de que a Microsoft esteja investindo entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões em

publicidade, com o objetivo de estabelecer o Bing como uma alternativa viável ao gigante incontornável do setor de buscas, o Google.

Trata-se da mais nova em uma série de tentativas - todas fracassadas - da Microsoft para ganhar mais importância no setor de buscas, no qual os investimentos publicitários parecem estar se sustentando melhor do que na maioria das demais mídias.

"Trata-se de um desafio de marketing dos mais complexos, e de um desafio também muito sério para o produto em si", reconheceu Yusuf Mehdi, vice-presidente sênior da divisão de serviços online da Microsoft, em Redmond, Washington. "Serão necessários múltiplos passos para que consigamos chegar ao ponto que desejamos atingir", ele afirmou, "e por enquanto estamos dando apenas o primeiro".

O Bing tem dois objetivos, de acordo com Mehdi: "Conquistar uma base firme de usuários e começar a expandir nossa fatia do mercado de busca". A segunda meta se refere ao fato de que "todos os demais" fornecedores de serviços de busca "perderam mercado nos últimos cinco anos", ele acrescentou, "excetuado o líder" - ele se refere, é claro, ao google.com, do Google.

"O ponto chave será determinar se somos capazes de fornecer um produto satisfatório e de nos conectarmos às pessoas emocionalmente por meio de nossa publicidade", disse Mehdi. Para atingir essa segunda meta, "é preciso fazer algo de um pouco mais surpreendente", ele acrescentou.

O primeiro ponto do novo esforço é um comercial com cara de programa de TV, no Hulu, que deve ser exibido às 20h de segunda-feira, horário da costa leste dos Estados Unidos. O programa de uma hora de duração, o primeiro informercial longo a ser exibido para o Hulu, está sendo definido como uma espécie de maratona televisiva, e seu título é "Bing-a-thon". O programa foi desenvolvido para a Microsoft pela Creative Artists Agency, de Los Angeles.

O elenco do falso programa de TV que será exibido pelo Hulu - um site operado como joint venture entre a General Electric e a News Corp. - incluirá Jason Sudeikis, do Saturday Night Live, Olivia Munn, do canal de TV a cabo G4, e o comediante Fred Willard. Os usuários do Hulu que assistirem ao programa receberão como prêmio a possibilidade de assistir a outros programas e filmes no site sem que tenham de ver comerciais. (Sim, o preço de assistir a um filme sem intervalos comerciais é assistir a um longo comercial.)

Depois, o Bing será integrado ao conteúdo de diversos programas exibidos por emissoras da rede NBC Universal, bem como em canais de cabos controlados pela divisão MTV Networks, da Viacom.

As redes controladas pela NBC Universal incluem a rede de TV aberta NBC, e o Bing ocupará segmentos no programa Late Show With Jimmy Fallon, a partir da próxima sexta-feira, e será integrado a episódios de uma série que deve ir no verão americano, The Philantropist, com estreia marcada para 24 de junho.

Como vendedora de produtos e serviços de tecnologia, a Microsoft "ocupa um espaço altamente competitivo", diz Ben Silverman, co-presidente do conselho da NBC Entertainment, uma das divisão da NBC Universal, em Los Angeles, e por isso a empresa precisa de "marketing inovador" de maneira a escapar ao ruído excessivo do mercado.

Por exemplo, os segmentos patrocinados pelo Bing no Late Show trarão Jimmy Fallon como um apresentador de programa de perguntas e respostas, no qual os participantes serão convidados a utilizar o bing.com para encontrar respostas a questões sobre temas como viagens, saúde e compras.

"'Bing' parece o tipo de palavra que Jimmy Fallon usaria", disse Silverman, rindo. "O alinhamento é excelente".

Em The Philantropist, no qual o ator James Purefoy interpreta um personagem que viaja pelo mundo para fazer o bem, um recurso chamado Mapas Bing estabelecerá a localização do personagem em cada episódio; outros personagens utilizarão o serviço de buscas para procurar informações.

E os telespectadores serão convidados, no início de cada intervalo comercial, a recorrer ao bing.com para aprender mais sobre os assuntos discutidos em The Philantropist, que deve durar oito episódios (no vocabulário do entusiástico Silverman, isso faz do programa uma "maxi-série de verão").

O acordo de patrocínio com a MTV Networks começa a vigorar na quinta-feira, no programa de entrevistas e humor Daily Show With Jon Stewart, no canal Comedy Central, e continuará até 17 de junho em programas como Top 20 Countdown, no CMT; The George Lopez Show, no Nick at Nite; Charm School, noVH1; e Real World -Road Rules Challenge Duel II Reunion Special, na MTV.

Os patrocínios do Bing envolverão oferecer aos telespectadores cerca de dois minutos de conteúdo adicional em cada episódio, por meio da redução no número de comerciais. (Anunciantes como Philips já o fizeram no passado, o que permite que telejornais como o NBC Nightly News With Brian Williamsdediquem mais tempo às notícias).

Os programas da MTV Networks terão um comercial do Bing chamado "Fast Forward", criado pela JWT, que criará a ilusão de que o espectador está utilizando o recurso de avanço rápido em seu DVD ou gravador de vídeo digital, para assistir a dois minutos e meio de comerciais em apenas 30 segundos. A mensagem pretendida é a de que o bing.com serve para "dar a você o que você deseja".

"O que esse comercial tem de especial é que vira de cabeça para baixo o modelo tradicional da publicidade em TV", diz Judy McGrath, presidente-executiva e do conselho da MTV Networks, em Nova York, em mensagem de e-mail. "E isso beneficia anunciante e consumidor".

"Estamos produzindo mais exposição para a marca", ela diz, "e mais conteúdo para os fãs".

O risco de qualquer esforço de entretenimento de marca é que os consumidores venham a percebê-lo como marca demais e entretenimento de menos.

Na busca de maneiras para "cozinhar a nossa mensagem como parte dos programas", diz Eric Hadley, gerente geral de marketing para os serviços de buscas da MSN, na Microsoft, o objetivo é que os consumidores admirem o esforço, e não pensem nele como "isso outra vez?"

>>Buscadores(os gigantes)

>>Sistema operacional do Google começa a ganhar espaço em netbooks

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Teste: compare resultados no Google, Bing e WolframAlpha

Confira o resultado de buscas realizadas nas três ferramentas

Google ou Bing? Os dois têm nome estranho e propósitos semelhantes: dominar a maneira como se busca informação na web. O primeiro, virou referência, sufocou os concorrentes e hoje é o padrão na pesquisa. O segundo, quer repetir o processo. Correndo por fora, temos o recém-lançadoWolframAlpha.

O novo buscador da Microsoft foi ao ar oficialmente no dia 3 de junho, uma versão revisada de seu Live e com alguns recursos interessantes. Mas, qual dos deles se sai melhor? Embora sejam concorrentes, cada sistema tem suas peculiaridades. Ambos são capazes de realizar conversões e operações matemáticas, o que é útil, mas o que cada um tem a acrescentar na vida do internauta que busca informações?

O Google todo mundo conhece. A empresa se tornou importante o suficiente e seu mecanismo tão vital que Google é usado como verbo (to Google, ou Googlar, forçando uma barra no português), portanto dispensa apresentações. Mas e o Bing? Bem, a Microsoft espera que um dia procurar na web vire "to bing" (bingar? Vai ficar engraçado) e o mecanismo tem, sim, seus pontos positivos.

A Home
A página inicial do Bing se difere da do Google em um aspecto principal: enquanto a Google prima por um número extremamente baixo e uma interface muito limpa em sua página, a Microsoft optou por imagens da natureza, talvez uma forma de relaxar o usuário.

O campo de busca, no Google, ocupa a área central da tela. No Bing, ele é disposto ao lado do nome do serviço, quase no topo do quadro central. No canto superior, o usuário pode trocar o idioma da busca e da interface (até o fechamento desta matéria a interface em português ainda não estava a todo vapor, por isso usamos a em inglês) e no lado esquerdo, abaixo do nome um quadrinho convida a buscar também por Imagens, Vídeos, Shopping, Notícias, Mapas e Viagem.

A página de resultados
Uma busca qualquer realizada na página divide o Bing em diversas partes. Na área principal, parecido com o que acontece no Google, são mostrados os resultados, as imagens e os vídeos pertinentes ao assunto procurado. Em alguns casos, aparecem informações como a popularidade do termo buscado ou, em caso de empresas, a sede e seus fundadores.

Assim como no Google, quando alguns sites são procurados um novo campo de busca (interno, do próprio site) é apresentado, agilizando uma segunda busca de informações dentro de um outro serviço. O recurso de sugestões de novos verbetes também está presente e, o que é interessante, é que dependendo do termo procurado o sistema sugere tipos diferentes de buscas.

Procure o nome de um filme, por exemplo, e aparecerão botões para encontrar a trilha sonora, o trailer, o script e a lista de atores. Por fim, o Bing também possui um um histórico de buscas, relacionando os últimos cinco termos procurados (com um link ver todos, que mostra todos os itens buscados e os horários) e a possibilidade de limpar o histórico ou desligá-lo.

Buscas não-texto
A busca de imagens merece destaque. Procure por um termo e parâmetros aparecerão, entre eles o tamanho (com um item para imagens de papel de parede), forma (imagem quadrada? retangular?), cor (a cores ou PB?), estilo (fotografia ou ilustração?) e até opções de retrato (apenas o rosto, o rosto e os ombros¿).

Quando uma imagem é clicada, sua página é carregada sem que o mecanismo de busca seja fechado, e uma barra é inserida a esquerda permitindo alternar entre todas as páginas encontradas.

Algo semelhante acontece quando se procura vídeos. Ao contrário do Google, que limita sua busca em YouTube e Google Video (ambos da empresa), o Bing procura em diversos serviços além destes, entre eles MySpace, MTV e Daily Motion. As opções de refinamento de busca também estão disponíveis, permitindo escolher por tamanho (menor que 5 minutos, entre 5 e 20 minutos e maior que 20 minutos), formato (tela cheia ou widescreen), resolução e fonte. Quando o vídeo é clicado, ele também aparece dentro da interface do serviço.

Ainda existem buscas por lojas (com refinamento muito interessante, por marca, preço e categoria). Se funcionar no Brasil vai ser espetacular e deve levar um pessoal para o mecanismo. O refinamento não é tão interessante no serviço de busca de notícias, e no caso do Google o serviço atrai mais os usuários, agrupando sob tópicos notícias semelhantes.

O Bing Maps é semelhante ao Google Maps. Um de seus recursos mais legais, entretanto, não está disponível para cidades brasileiras: a busca por informações de tráfego. Há ainda uma busca de viagens, que pesquisa hotéis e passagens, e que não sabemos como e se funcionará aqui no Brasil.

O teste de verdade
Para fazer o teste pensamos em algumas buscas interessantes, que poderiam ser feitas no dia-a-dia. Como o serviço ainda não está funcionando a todo vapor no Brasil, foi preciso alternar para o idioma inglês, uma solução recomendada inclusive pela assessoria da MS. O site dos Estados Unidos já está redondinho então foi o que utilizamos.

Uma vez que escolhemos este idioma, foi necessário mudar também o idioma do Google, para que funcionasse de forma semelhante. E, já que já estávamos com a mão na massa, porque não estender a curiosidade e fazer as mesmas buscas no WolframAlpha? Os resultados você confere abaixo.

Objetivo da busca: encontrar notícias sobre o novo filme do personagem Tintin
Termo usado: Tintin

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Wikipedia (página do personagem)
2. Site oficial do Tintin
3. Wikipedia (pagina da série)
4. IMDB (página do filme que procurava)
5. TinTin++ (página de um cliente MUD)

Número de resultados no Bing: 2.940.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. Wikipedia (página da série)
2. Wikipedia (página do personagem)
3. Site oficial do Tintin
4. IMDB (página do filme que procurava)
5. Tintinologist.org (página não oficial, sobre o personagem)

Número de resultados no Google: 7.160.000

Considerações:
Nesta busca cada um dos sistemas teve seus pontos positivos. O Bing identificou listou, antes dos resultados de sites, três notícias sobre o personagem, veiculadas nos últimos quatro dias. Duas delas são de um museu aberto na Bélgica, cidade do criador do personagem, Hergé, e outra é sobre o filme que eu procurava.

O Bing, porém, me mostrou um resultado pouco útil para a minha pesquisa, em questão, mas que poderia ser o caso se eu não estivesse procurando o personagem belga. Já o Google assumiu que meu desejo era procurar pelo personagem e toda sua primeira página foi dedicada ao assunto.

No Google, o sistema intercalou, depois do terceiro resultado, imagens, vídeos e notícias sobre o personagem. Ao fim, me sugeriu lugares onde comprar alguns dos quadrinhos e algumas buscas relacionadas, para me direcionar para outros lugares, entre eles o termo ¿tintin pdf¿ (download de scans?).

Nenhum resultado patrocinado apareceu no Google, já no Bing dois apareceram e com ícones bastante chamativos, o que pode não agradar o usuário.

No Bing, ao fim da primeira página seis imagens coloridas do personagem foram mostradas, com a opção de ser imagens em tamanho maior ou em branco e preto. As buscas relacionadas trouxeram os termos livro, filme, papéis de parede, quadrinhos, jogos, pôsteres e roupas.

E no WolframAlpha? Tintin virou "Temple-Inland (TIN) - Temple-Inland (TIN)", e o Alpha acabou comparando finanças.

Objetivo da busca: achar informações sobre a feira de games E3, que estava em seu segundo dia durante o teste.
Termo usado: E3

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Site oficial do evento
2. Wikipedia (descrição do termo E3, geral, na enciclopédia)
3. E3 Insider (página dedicada ao evento)
4. Anjel Syndicate (algum blog com algumas informações do evento)
5. e3 Kentucky (site de educação do governo do Kentucky, nos EUA)

Número de resultados no Bing: 15.300.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. Site oficial do evento
2. Gamespot (Hotsite da E3 no site de games)
3. Gamespot (Notícias sobre a conferência da Microsoft durante a E3)
4. Wikipedia (descrição do termo E3, geral, na enciclopédia)
5. Wikipedia (página com as informações do evento que procurava)

Número de resultados no Google: 74.000.000

Considerações:
A busca do Bing, mais uma vez, trouxe um site indesejado entre seus cinco primeiro resultados. A do Google, por sua vez, focou em sites grandes o suficiente para resultados mais certeiros. O resultado da Microsoft, veio com um site patrocinado no topo, repetido no rodapé da página. O do Google, não veio acompanhado de qualquer site patrocinado.

O Google trouxe trechos em vídeo depois do terceiro resultado em sites, mas ponto negativo por serem da E3 2006. Se a busca tivesse sido feita há três anos, teria sido ótimo. Mas logo abaixo se retratou, trazendo links para três postagens em blogs sobre o evento, todas fresquinhas (com no máximo dois dias de atraso).

A página da Google saiu do foco nos três últimos resultados da primeira página, e não sugeriu nenhuma pesquisa mais refinada. O Bing trouxe quatro resultados indesejados, mas sacou o que eu queria falar quando me sugeriu buscas do Wii, E3 2009, garotas da E3, Xbox, Games, ainda que três de suas sugestões levem para coisas nada a ver com o evento gamer.

Ao fim da página do Bing, um interessante gráfico que mostra o aumento no interesse no termo E3 entre os dias 5 de maio e 2 de junho.

E no WolframAlpha? E3 virou velocidade.

Objetivo da busca: saber o que cada um tinha a dizer sobre o novo mecanismo de busca da Microsoft
Termo usado: Bing

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Site oficial do serviço
2. Página de fãs do Bing no Facebook
3. Página do Bing no Twitter
4. Restaurante do Bing Crosby
5. Site oficial do Bing Crosby

Número de resultados no Bing: 5.900.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. Site oficial do Bing
2. Site de surfe (pranchas Bing!)
3. Wikipedia (página do cantor Bing Crosby)
4. PC World (matéria sobre o serviço de busca da Microsoft)
5. Bing Energy Drink (bebida energética)

Número de resultados no Google: 25.700.000

Considerações:
Gostamos da humildade da Microsoft nessa. No primeiro resultado, ao lado do link para o www.bing.com, a busca da empresa apontou quatro serviços similares (Google, Yahoo, MySpace, YouTube). No segundo resultado, trouxe três notícias, e apenas no quarto resultado sugeriu um site diferente do que estava sendo procurado.

No fim da página, quatro vídeos são sugeridos. E um estranho link "Alguns resultados foram removidos" aparece, que leva à uma página de ajuda, sem nenhuma explicação visível e relacionada à remoção de resultados.

No Google, o segundo item já se afasta da ferramenta de busca da Microsoft. Entre os cinco primeiros, apenas dois são sobre o mecanismo, e um é uma notícia.

Nas buscas relacionadas, o Google sugere "bing maps", "bing wiki", "bing blog", e algumas coisas engraçadas como "bing o porquinho da índia" e até "ding" (quem mandou dar um nome desses, Microsoft?). As relacionadas no Bing também não foram muito elucidativas em meu caso.

O energético que aparece em quinta posição na busca Google aparece em primeiro nos relacionados, seguidos por algumas personalidades de nome Bing, mais um tal de "Bing Box" e o "Bing Game". Mas, além de notícias, na lateral a Microsoft me sugere um tour pelo serviço, alguns vídeos, um guia de produtos e a possibilidade de ganhar dinheiro.

E no WolframAlpha? Bing virou Awad Bing, um idioma falado na Nova Guiné, por cerca de 1200 pessoas.

Objetivo da busca: ver o que cada um tinha a dizer sobre o mecanismo de busca mais popular da atualidade
Termo usado: Google

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Google.com
2. -
3. -
4. -
5. -

Número de resultados no Bing: 197.000.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. Google.com
2. Google Reader
3. Google Maps
4. Google Video
5. Google.co.uk (versão da Inglaterra)

Número de resultados no Google: 254.000.000

Considerações:
Esse foi bizarro. A Microsoft deu o endereço para o Google e é isso. Nada além na primeira página, apenas uma lista de cinco serviços similares (Bing, Yahoo!, MySpace, YouTube e AOL) e um link "Buscar outros resultados contendo Google" (que neste caso mostrava Google News, Google Image Search, Google Earth e Google Checkout depois do site oficial do mecanismo).

Ao lado, o Bing mostra em Buscas relacionadas apenas o termo "Google Home Page". Mas em alguns botões à esquerda leva para buscas de downloads de programas doa Google, resultados para sites de investidores, informações sobre a companhia lista de sites de empregos relacionados à Google, e lista de serviços.

Já a Google não se fez de rogada e colocou apenas resultados oficiais em sua capa, além de link para notícias e oito buscas sugeridas relacionadas realmente à empresa.

E no WolframAlpha? Acerto! Google vira GOOG e as ações são mostradas.

Objetivo da busca: ver que serviços o site me sugeria para o uso do Twitter
Termo usado: Twitter

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Site oficial (com um campo de busca, muito útil)
2. Twitter Search
3. Wiki da API do Twitter
4. Página oficial com o status do Twitter
5. Wikipedia (página do Twitter na enciclopédia)

Número de resultados no Bing: 788.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. Site oficial
2. (home) no Twitter (algum usuário esperto que registrou o user Home, talvez)
3. Wikipedia (página do Twitter na Wikipedia)
4. Twitter Search
5. (home) no Twitter (versão para celulares)

Número de resultados no Google: 502.000.000

Considerações:
A primeira coisa que surpreendeu foi a diferença no número de resultados de cada serviço: 502 milhões contra 788 mil é uma diferença gritante. Mas nessa a busca da Microsoft se saiu melhor. Primeiro, os resultados do tal (home) não tomaram dois entre os cinco primeiros sites sugeridos.

É verdade que o Google trouxe, depois do terceiro resultado, resultados de notícias, algo bastante útil. A indicação de serviços semelhantes no Bing também foi interessante. Foram sugeridos LiveJournal, Flickr, LinkedIn e Facebook. E no rodapé da página do search da Microsoft outra coisa legal: dados sobre a empresa, com nome dos fundadores, local da sede, data de fundação e categoria do site.

No rodapé da busca do Google, foram linkados três posts recentes em blogs. Entre as buscas relacionadas, o Google sugeriu o Twitter do eminem, ferramentas do Twitter, widgets do Twitter e também uma busca sobre fraude no serviço. Nas buscas relacionadas do Bing, estão Twitter TV, Twitter Store, Twitter Software, Twitter Search e duas curiosas: Twitter Software e Twitter What Are You (em referência, talvez, ao "What are you doing?", slogan do serviço).

E no WolframAlpha? Ele não soube muito bem o que quisemos dizer

Objetivo da busca: descobrir como fazer um overclock
Termo usado: overclock how to

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Wikipedia (página do termo Overclocking)
2. Overclock.net (fórum dedicado ao Overclocking)
3. Help Overclocking (site com instruções e técnicas)
4. Overclockers.com (outro site dedicado a técnicas do Overclock)
5. Extreme Overclocking (um site com informações para quem quer acelerar o processador)

Número de resultados no Bing: 5.260.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. wikiHow (tutorial em 12 passos de como fazer um overclock)
2. GeeksToGo (tutorial em como fazer um overclock)
3. BasicHardware.com (um tutorial de como fazer um overclock)
4. Overclockers.com (site dedicado a técnicas do Overclock)
5. OverclockersClub.com (um FAQ com questões comuns sobre o tema)

Número de resultados no Google: 15.200.000

Considerações:
O Bing inseriu uma linha fina abaixo do campo de busca, antes dos resultados, dizendo que também incluiu entre os resultados o termo "Overclocking How To", algo inteligente. Mas, apesar de ter listado sites de ajuda, não foi direto ao ponto como era a tentativa. O Google, por sua vez, foi mais certeiro.

Cada um dos serviços mostrou um link patrocinado. No caso do Bing, foi o site howtooverclockyourcpu.com, que levantou suspeitas. No caso do Google, foi o Overclock.net, que aparece em segundo lugar na busca do sistema rival.

Mas, um ponto positivo para o Bing, que no final trouxe quatro vídeos (um do MySpace e três do YouTube) que explicavam como fazer um Overclock. No quesito buscas relacionadas, os dois foram bem e parecidos, oferecendo links para tipos de overclock em processadores AMD e Intel.

E no WolframAlpha? How to overclock virou How to Lovelock e descobrimos que essa é uma pequena cidade em Nevada, EUA.

Objetivo da busca: procurar uma receita de soupa francesa, com o nome errado (vichissoyse em vez de vichyssoise - um erro natural)
Termo usado: recipe vichissoyse

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. All-Rankings.com (lista das melhores receitas do mundo, feita por alguém que, como eu, não entendia francês)
2. -
3. -
4. -
5. -

Número de resultados no Bing: 1

Cinco primeiros resultados do Google:
1. SoupSong.com (Receita de Vichyssoise, termo corrigido)
2. FineDinings.com (Receita de Vichyssoise, também com o termo corrigido)
3. Annalena Kitchen (blog de alguma garota que não entende de francês)
4. Annalena Kitchen (mais uma do blog da garota)
5. All Fodods Natural (lista com seis receitas de baixa gordura)

Número de resultados no Google: 5

Considerações:
Mais uma para o Google, que sacou que eu não entendo de francês e que era melhor me avisar que estava digitando o nome errado. E mais, forçou a barra e me entregou dois resultados com a pesquisa nos termos certos. O Bing, por exemplo, poderia me fazer pensar que a receita é tão secreta que ninguém divulga como fazê-la, o que não é o caso.

Nenhum dos dois me ofereceu buscas relacionadas, talvez por não quererem lidar com minha estupidez. Na busca pelo termo correto, ambos foram certeiros e me trouxeram dezenas de receitas da sopinha de batata. O Google não quis me sugerir outros termos, mas o Bing falou que eu poderia procurar por Vichyssoise Soup.

E no WolframAlpha? Ele não soube muito bem o que quisemos dizer - nem na escrita errada, nem na certa.

Objetivo da busca: encontrar pacotes em MP3 da banda Dave Matthews Band em portais Torrent
Termo usado: torrent dave matthews band

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. TorrentZ (com uma porção de downloads ilegais de álbuns em estúdio)
2. ThePirateBay (discografia completa)
3. FullDls (o que eu queria, um show ao vivo)
4. AntsMarching.org (site de fãs, com downloads autorizados de shows)
5. ThePirateBay (mais uma discografia)

Número de resultados no Bing: 216.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. TorrentZ (download de álbuns gravados em estúdio)
2. TorrentZ (download de álbuns gravados em estúdio)
3. ThePirateBay (discografia completa)
4. ThePirateBay (discografia completa)
5. BtMon (discografia completa)

Número de resultados no Google: 243.000

Considerações:
Sei que essa foi forçar a barra, mas era para ver como cada um se comportava diante de buscas em Torrent. A Dave Matthews Band é uma banda que permite a criação e distribuição de bootlegs entre seus fãs, e esse era o objetivo. Ao contrário, apenas o Bing tentou me levar para um resultado válido, e estava na quarta posição.

Qualquer outro usuário seria seduzido a baixar a discografia completa. As buscas sugeridas do Google, inclusive, trazem "dave matthews discography", enquanto no Bing são sugeridos downloads, letras, vídeos, ingressos e tablaturas da banda.

E no WolframAlpha? Ele não soube o que quisemos dizer, mas sugeriu procurar por Dave Matthews e também Torrent, uma cidade em Valência, na Espanha (acrescentando que lá fazia 24º C, com umidade relativa de 54%, ventos de 4 m/s e algumas nuvens).

Objetivo da busca: encontrar dicas de como fingir que estou trabalhando
Termo usado: pretend work

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. CafePress (loja com canecas, almofadas e bolsas engraçadinhas)
2. CafePress (página para venda da caneca)
3. Andy Smith Illustrator (edição de algum livro sobre o tema, feito por um ilustrador)
4. Toys'r Us (página de um kit de ferramentas para crianças, tipo "Pequeno Pedreiro")
5. Didn't You Hear (blog com um curta-metragem divertido sobre fingir trabalhar)

Número de resultados no Bing: 14.100.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. WikiHow (10 passos de como fingir que estou trabalhando. Útil!)
2. AngelFire (Um texto um tanto magoado com escritórios)
3. eHow (Mais um guia, de seis passos, sobre como fingir)
4. Josh Staiger (Um blog, com uma citação do programador Paul Graham)
5. Flickr (um dos trabalhos do mesmo Andy Smith, o ilustrador do terceiro resultado do Bing)

Número de resultados no Google: 5.080.000

Considerações:
O Google foi certeiro na minha intenção. Se eu pudesse escrever questões em linguagem natural sem me sentir patético diante de uma máquina, seria algo como "Como eu faço para parecer trabalhar enquanto estou coçando?". E o Google entendeu que por "pretend" (fingir) "work" (trabalhar) o que eu queria era exatamente isso.

O Bing foi menos inteligente na interpretação de meu comando, ou achou que eu estava brincando, já que me retornou artigos cômicos e um brinquedo. O Bing trouxe duas buscas relacionadas, que mostraram que ele não entendeu MESMO minha intenção com a busca: as duas levando para produtos. Já o Google, preferiu não indicar nada.

E no WolframAlpha? Ele não entendeu muito bem o que quisemos dizer - ou fingiu que não entendeu.

Objetivo da busca: agradar meu chefe, que viu que eu estava buscando um meio de enganá-lo, procurando por um termo que ele sugeriu
Termo usado: capybara (capivara, em inglês)

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Wikipedia (página do animal na enciclopédia)
2. Rebsig.com (site dedicado ao animal)
3. Capybara.Org (um blog qualquer)
4. Capybara.Org (o mesmo blog qualquer)
5. Capybara.Com (alguém pode explicar isso?)

Número de resultados no Bing: 231.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. Wikipedia (página do animal na enciclopédia)
2. Rebsig.com (site dedicado ao animal)
3. National Zoo (perfil do bicho no zoológico americano)
4. Bristol Zoo (perfil do bicho no zoológico do Reino Unido)
5. Capybara Games (algum estúdio de games)

Número de resultados no Google: 440.000

Considerações:
Eu não sabia muito bem o que estava procurando neste caso, mas o Google me trouxe os resultados que mais me agradaram, com quatro sites realmente úteis, com fatos sobre a vida da Capivara. O Bing trouxe dois blogs estranhos, mas ambos trouxeram um blog de fãs da Capivara em segundo lugar.

Ambos trouxeram quatro imagens no início da busca. As do Bing me agradaram mais, porém o Google mostrou vídeos também. Ponto para ele. As buscas sugeridas do Google também foram de curiosidades a respeito da Capivara, como a dieta e o habitat do roedor. As do Bing sugeriam a compra da capivara, sons da capivara, e até Anaconda.

E no WolframAlpha? Acerto total! Nome científico, reino, classe e outros dados úteis.

Objetivo da busca: amaciar meu ego
Termo usado: Rodrigo Martin de Macedo

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Flixster (meu perfil no site de filmes)
2. Plaxo (página na rede profissional Plaxo)
3. Plaxo (página na rede profissional Plaxo)
4. Magnet (um texto meu na finada Magnet)
5. PMPToday (trackback de algum texto que escrevi sobre um miniprojetor)

Número de resultados no Bing: 117.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. Ning (meu perfil em uma rede social que eu nem lembrava que existia)
2. Yahoo (texto meu da Geek publicada no Yahoo)
3. Yahoo (outra matéria minha da Geek publicada no Yahoo)
4. NetVibes (uma página do iG com o link para uma matéria recente minha)
5. Geek (site, com uma matéria de um técnico de informática que tentou um golpe)

Número de resultados no Google: 440.000

Considerações:
Fiquei satisfeito de saber que eu existo quase quatro vezes mais no Google. Os resultados do Plaxo no Bing estavam desatualizados, mas todos os resultados do Google foram certeiros. Nenhum dos dois têem buscas sugeridas para meu nome, mas tudo bem...

E no WolframAlpha? Não sou famoso o suficiente para estar na base do WolframAlpha, mas ele me informou que estima-se que existam 233.116 pessoas vivas com o nome "Martin" nos Estados Unidos.

Objetivo da busca: descobrir o sentido da vida
Termo usado: meaning life

Cinco primeiros resultados do Bing:
1. Wikipedia (página com o conceito filosófico da questão na Wikipédia)
2. TheMeaningOfLife.org (uma página falando que em breve eu entenderei)
3. Aristotle.net (uma página com alguns artigos de filosofia)
4. StevePavlina.com (site de auto ajuda de algum cara sorridente)
5. IMDB (página sobre o filme O Sentido da Vida, do Monty Python)

Número de resultados no Bing: 77.200.000

Cinco primeiros resultados do Google:
1. Wikipedia (a mesma página sugerida em primeiro lugar pelo Bing)
2. Wikipedia (artigo sobre o filme O Sentido da Vida, do Monty Python)
3. TheMeaningOfLife.org (o mesmo site prometendo a resposta em breve)
4. theultimatequestionoflifetheuniverseandeverything.com (o site diz tudo, e traz artigos sobre o propósito do mundo)
5. Stanford Encyclopedia of Philosophy (enciclopédia de filosofia da faculdade de Stanford)

Número de resultados no Google: 35.500.000

E no WolframAlpha? Mais Geek impossível! 42.

Considerações:
As máquinas ainda não estão preparadas para responder essa dúvida existencial, mas foram capazes de sugerir bons links, para fazer refletir. O melhor deles é a respeito do filme do Monty Python, ícone entre os geek e que fiquei satisfeito que aparecesse entre o top 5, devo confessar.

O Google vai além e sugere notícias sobre o tema, livros e dois resultados em vídeo, ambos extraídos do filme do Monty Python. As buscas relacionadas do Google também são a respeito do Monty Python, e as do Bing são um pouco mais profundas, trazendo temas como árvore celta, vida grega, citações e reprodução.

A conclusão
O Bing é útil, mas ele enfrentará não só um rival já estabelecido. Ele enfrentará um modelo de busca que se estabeleceu há muito tempo e já é padrão há anos. O uso do Google é cultural, e mesmo que surja um rival a altura, ou melhor, pode ser que demore ou que sequer ocorra uma mudança.

Mas, deve-se lembrar também que quando o Google entrou, ele também apresentava uma proposta muitíssimo diferente, ainda que bem mais simples, de encontrar informações na web. Então, se Google desbancou gigantes da época como o Yahoo! e o AltaVista, é inocência pensar que um competidor futuro não possa destroná-lo.

Se esse competidor virá pelas mãos da Microsoft, da Yahoo! ou de qualquer outra empresa, mesmo uma desconhecida iniciante, só o tempo dirá.

>>Buscadores(os gigantes)

>>Sistema operacional do Google começa a ganhar espaço em netbooks

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